O mais chato do período eleitoral são as muitas certezas que rondam por todos os lados. Todas as taras, manias e tiranias pessoais parecem converter-se em escapismos (diante do enfrentamento da ausência total de referências sólidas) que convergem para um discurso de salvação e redenção que, supostamente, somente a política poderia nos dar. Não quero isso pra mim. Não tenho certezas. Não preciso de verdades universais externas a mim. Não possuo opiniões políticas pela verdade. O máximo que eu posso vir a ter é um posicionamento estético, assim como o tenho em tudo o que eu escrevo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário